domingo, 10 de novembro de 2019

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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

WhatsApp libera opção que impede que usuário seja incluído em grupos sem autorização

Função já estava na versão beta do aplicativo e agora chega para todos os usuários.



Aplicativo agora permite configurar quem pode ou não adicionar usuário em grupos. — Foto: REUTERS/Thomas White

Antes disponível na versão de testes do aplicativo, o WhatsApp liberou nesta quarta-feira (6) um filtro em que permite ao usuário configurar quem poderá adicioná-lo a grupos.

Até então não era possível impedir que administradores de grupos adicionassem livremente outros usuários. Com a nova função, quem usa o aplicativo pode determinar se quer continuar com a atual configuração ou se quer incluir autorizações. São três as opções:

Todos:
Essa opção equivale ao modelo atual, que permite que qualquer administrador inclua novos membros no grupo sem que eles tenham solicitado;

Meus contatos: Essa opção requer que o administrador esteja na lista de contatos de quem será adicionado ao grupo;

Meus contatos, exceto: Essa opção permite a criação de uma lista de pessoas impedidas de adicionar membros sem o consentimento do usuário.

Para ativar, é preciso seguir os seguintes passos:
  1. Acesse as configurações do WhatsApp;
  2. Toque na opção "Conta";
  3. Clique na opção "Privacidade";
  4. Toque na opção "Grupos";
  5. Selecione a opção de privacidade em grupos conforme a sua vontade.
Na lista de contatos impedidos, é preciso incluir um a um.

Os contatos selecionados não ficam impedidos de enviar mensagens ou conversar com a pessoa: a restrição só impede que eles coloquem o usuário em grupos.

Nesses casos, o administrador que não puder adicionar um usuário a um grupo terá a opção de enviar um link de convite por mensagem. O usuário terá então 3 dias para aceitar ou não o convite antes que ele expire.



Veja o passo a passo de como limitar quem pode te adicionar em grupos. — Foto: Reprodução

Programa do governo federal de estímulo a emprego entrará em vigor em janeiro de 2020




Foto: Arquivo

O lançamento do pacote para estimular a geração de empregos no país foi adiado para a próxima semana. Havia expectativa de que as medidas fossem anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira, mas o Palácio do Planalto decidiu adiar com o objetivo de criar uma agenda positiva.

Chamado de “Trabalho Verde Amarelo” , o programa vai beneficiar contratos de trabalho com duração de dois anos, a serem assinados a partir de janeiro de 2020, sendo permitidas contratações ao fim de 2021. Ou seja, na prática, o programa poderá quatro anos.

Segundo técnicos envolvidos nas discussões, o programa será restrito a jovens (entre 18 anos e 29 anos) no primeiro emprego e pessoas acima de 55 anos da baixa renda (remuneração de até um salário mínimo e meio).

Para os empregadores a vantagem é a redução dos encargos trabalhistas, com a isenção da contribuição previdenciária e diversos penduricalhos da folha, como salário-educação. A contribuição para o FGTS de 8% será de 2% e multa nas demissões sem justa causa, cairá dos atuais 40% para 20%.

O programa poderá custar aos cofres públicos cerca de R$ 10 bilhões, considerando quatro anos. A expectativa é beneficiar um universo de mais de três milhões de trabalhadores. Poderão ser incluídos menores aprendizes, jovens que tenham sido contratados na modalidade de trabalho intermitente e avulso. Para pessoas mais velhas, a única restrição é não ser aposentado.

O programa será criado por medida provisória, mas será preciso dar um prazo para adaptação de sistema, segundo técnicos do governo.

O Globo

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Sentimento é de frustração, diz governo do Pernambuco sobre megaleilão




Os governadores de alguns dos estados mais beneficiados pelo megaleilão do pré-sal organizado pelo governo federal nesta quarta-feira (6) dizem se sentir frustados com o resultado e que aguardavam valores superiores, como havia sido projetado.

A falta de interessados em duas das áreas reduz os valores que o governo dividirá com estados e municípios. Dos cerca de R$ 70 bilhões, R$ 34,2 bilhões serão repassados à Petrobras como ressarcimento por mudanças no preço do petróleo após a assinatura do contrato de cessão onerosa.

Entre os estados que previam arrecadar mais de R$ 500 milhões com cessão onerosa estariam Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e os nordestinos Bahia, Maranhão, Pernambuco e Ceará.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), disse que o sentimento após o leilão do pré-sal é de frustração. Ele afirmou que a situação é preocupante porque existia uma confiança que não se concretizou.

“Frustrou as expectativas até porque eram quatro blocos e apenas dois conseguiram êxito e sem competição.”

Câmara comunicou que o estado vai ter que se reprogramar em relação à chegada dos recursos oriundos da cessão onerosa. “Evidentemente, a situação dificulta. Mas vamos continuar trabalhando. Esperamos que, mais na frente, os erros de condução deste processo sejam corrigidos”.

O secretário da Fazenda da Bahia, Manoel Vitório, afirmou que resultado do leilão gerou frustração com relação à expectativa original, que era de uma arrecadação maior.

“Este desfecho só reforça o entendimento que a Bahia sempre expressou, de que os estados precisam ser conservadores quanto às previsões de receitas anunciadas, mas incertas”, disse o secretário, da gestão Rui Costa (PT).

O governo do Maranhão, sob gestão de Flávio Dino (PC do B), afirmou que o estado aguardava os recursos da cessão onerosa para o orçamento. Porém, destacou que a ausência do dinheiro não comprometerá a cobertura das despesas obrigatórias do exercício financeiro de 2019.

No Rio, o governo Wilson Witzel (PSL) diz que as receitas não estavam previstas no orçamento, logo, não será necessário ajustar a execução orçamentária em função disso, e que não tinham despesas programadas com esse recurso. Diz, ainda, que a lei permite o uso somente para o pagamento de despesas previdenciárias e com investimentos, e que o estado cumprirá essa determinação.

Folhapress

sábado, 2 de novembro de 2019

Live Interativa com O Magrelo Barbudo ( programa gravado em 20-10-2019)...

Live Interativa com O Magrelo Barbudo ( programa gravado em 19-10-2019)

Inpe: Amazônia tem menor número de queimadas em outubro desde 1998



Ricardo Moraes/ReutersEm outubro, a Amazônia registrou o número mais baixo de queimadas para o mês desde o início da série histórica – o monitoramento começou em 1998. Ao todo, foram identificados 7.855 focos de incêndio na região, segundo dados do Programa Queimadas, do Inpe.



O índice representa uma redução de 26,2% comparado ao mesmo período do ano passado. Até então, o outubro com menor número de incêndios havia sido em 1998, com 8.777 registros.

No acumulado de 2019, no entanto, a quantidade de focos de incêndio na Amazônia ainda é superior a 2018. Foram 74.605 ocorrências notificadas entre janeiro e outubro, ou 29,4% a mais do que mesmo intervalo do ano anterior, quando houve 57.622 registros.

A queda ocorre dois meses depois de o número de focos de incêndio ter subido vertiginosamente, o que motivou pressões nacionais e internacionais ao governo Jair Bolsonaro. Em agosto, a Amazônia havia sofrido 30.901 queimadas – aumento de 196,5% em relação a 2018. Pesquisas mostram que essa alta de queimadas esteve relacionada com aumento do desmatamento nos meses anteriores na região.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal investigam uma ação coordenada que ocorreu na região de Novo Progresso, no Pará, que ficou conhecida como “Dia do Fogo”. A suspeita é de que fazendeiros locais e grileiros tenham atuado conjuntamente para incendiar uma área grande da floresta ao mesmo tempo e, assim, confundir a fiscalização do Ibama.

No fim de agosto, o governo Bolsonaro publicou decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na região. Na ocasião, militares foram enviados para combater queimadas e outros crimes ambientais.

Um mês após a GLO, em setembro, o índice de queimadas já havia registrado queda. O desmatamento, entretanto, continuou avançando.

Estadão Conteúdo

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 24 milhões




A Caixa Econômica Federal sorteou o concurso 2.200 da Mega-Sena nesta terça-feira (22) e ninguém acertou as seis dezenas. Os números sorteados foram: 11 – 15 – 28 – 36 – 43 – 55.

Desta forma, o prêmio acumulou e vai pagar R$ 24 milhões no próximo concurso, a ser realizado nesta quinta-feira (24).

A quina teve 52 apostas ganhadoras, que receberão R$ 31.034,46 cada. Na quadra foram 3.371 apostas ganhadoras. Cada uma vai levar R$ 683,89.

De acordo com a Caixa, o ganhador tem 90 dias corridos, após o sorteio, para sacar o prêmio. Caso o sortudo não compareça em uma agência no prazo estabelecido, o valor é repassado ao Tesouro Nacional e investido no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

Como apostar?

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país e também no Portal Loterias Online (www.loteriasonline.caixa.gov.br). Clientes com acesso ao Internet Banking CAIXA podem fazer suas apostas, na Mega-Sena, pelo seu computador pessoal, tablet ou smartphone. Para isso, basta ter conta-corrente no banco e ser maior de 18 anos. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.