terça-feira, 21 de maio de 2019

Como ser feliz? Os 11 conselhos de Aristóteles



Quando se trata de alcançar a felicidade, a maioria das pessoas se pergunta: “O que devo fazer?” Não é estranho, imbuído como estamos na cultura do fazer e da plena ocupação do tempo até que não haja mais um minuto. Os grandes filósofos, no entanto, se perguntavam: “Que tipo de pessoa devo ser?”

O segredo está no equilíbrio


Muitos grandes pensadores costumavam recorrer à ética da virtude em busca de respostas. Aristóteles, um dos filósofos mais influentes de todos os tempos, desenvolveu um sistema integral de virtude que podemos perfeitamente pôr em prática nos tempos modernos para alcançar um estado de equilíbrio emocional e paz interior no qual a felicidade naturalmente floresce.

De fato, seu sistema de ética da virtude é especialmente projetado para nos ajudar a alcançar a “eudaimonia”, uma palavra muito interessante que geralmente é traduzida como “felicidade” ou “bem-estar”, mas que na verdade significa “floração humana”.

Isso significa que Artistóteles pensava que a felicidade é o resultado de um modo de vida e um modo de ser, que surge quando somos capazes de desenvolver nosso potencial como pessoa e construir um sólido “eu”. O que é esse modo de viver?

Aristóteles pensava que o segredo estava em equilíbrio, uma ideia relacionada a outros sistemas filosóficos como o budismo. Este filósofo pensava que uma vida de abstinência, privação e repressão não leva à felicidade ou a um “eu” completo. Mas uma vida hedonista também não é o caminho, uma vez que os excessos geralmente geram uma forma de escravidão ao prazer, gerando no final um vazio existencial.

“A virtude é uma posição intermediária entre dois vícios, um por excesso e o outro por padrão”, escreveu ele. E para desenvolver a virtude, devemos simplesmente aproveitar todas as oportunidades que surgem, uma vez que não se trata de conceitos teóricos, mas de atitudes, decisões e comportamentos que devem guiar nossas vidas.

As 10 virtudes aristotélicas para alcançar eudaimonia

‘Não vou sair do partido’, rebate Janaina Paschoal



A deputada estadual Janaina Paschoal afirmou à reportagem nesta terça-feira, 21, que não vai abandonar o PSL, partido pelo qual se elegeu como a parlamentar mais votada da história Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). “Não vou sair do partido. Eu saí do grupo de WhatsApp e, por alguma razão, a pessoa que divulgou minhas postagens à imprensa anunciou a suposta saída. Nunca falei em sair do PSL. Ficarei e garantirei a saudável pluralidade”.

Após criticar publicamente a organização dos atos de apoio ao governo Jair Bolsonaro previstos para o dia 26 de maio, a deputada sinalizou a possível desfiliação em uma mensagem enviada na segunda-feira, 20, no grupo de WhatsApp da bancada do partido no Legislativo paulista.

“Amigos, vocês estão sendo cegos. Estou saindo do grupo, vou ver como faço para sair da bancada. Acho que os ajudei na eleição, mas preciso pensar no País. Isso tudo é responsabilidade”, escreveu a parlamentar na mensagem reproduzida pelo site O Antagonista e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo com deputados do PSL. Em seguida, ela deixou o grupo.

Estadão Conteúdo

O consumidor está menos impulsivo e mais racional



Uma pesquisa recente da consultoria de tendências Box 1824 mapeou o que a gente já sentia nas nossas análises: o consumidor brasileiro está mais racional na hora da compra. O consumidor, que sempre foi impulsivo, movido mais pela emoção na hora da compra, começou a ficar mais crítico e a comprar movido mais pela razão. Entre os mais jovens, inclusive, passou a influenciá-los mais em suas compras a referência de pessoas conhecidas, além de, e principalmente, a relação com a tecnologia, uma vez que as pessoas hoje estão conectadas onde quer que estejam. E acredite: isso tem mudado profundamente a forma como as pessoas consomem.

Essa mesma pesquisa identificou coisas bem interessantes. Cito alguns exemplos. Pensar e agir como sócio: sim, já existe uma tendência que avalia que o consumidor passou a agir como sócio das marcas, comprando marcas para apoiar seus valores e suas causas. Outro exemplo é o melhor entendimento das formas de pagamento: o consumidor está mais maduro e pensa melhor a sua vida financeira, e sabe escolher melhor a forma de pagamento, e isso, claro, impacta nas vendas. Mais um exemplo: a
possibilidade de entregar em qualquer lugar. Essa era esperada, concorda? O imediatismo dos dias de hoje transformou profundamente as noções de prazo e de forma de entrega. É tudo pra ontem! Entrega em todo lugar, pode retirar na loja, tem entrega urgente no cardápio de opções, ufa, muita coisa! O soberano é o cliente, sabia? Ele decide. E você que se vire para entregar.

Tem muitos outros exemplos. Mas como o espaço é curto, vou concluir com mais um: o poder dos comentários. A marca precisa criar um relacionamento com os consumidores, pois neste mundo digital o que se fala das marcas pode turbinar ou detonar reputações de marcas. O consumidor mudou muito. E ele raciocina cada vez mais. Vale colocar emoção na venda e na estratégia? Vale, sempre. Mas ela tem de vir acompanhada de sólidos e novos argumentos de venda. Como os que escrevi aí acima.

sábado, 18 de maio de 2019

Caixa Econômica Federal abre PDV na próxima semana para 3,5 mil empregados





O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou nesta sexta-feira (17) a funcionários do banco um programa de demissão voluntária (PDV) com objetivo de reduzir 3,5 mil postos.

Segundo a instituição estatal, o público alvo principal do programa são 28 mil funcionários que trabalham na matriz e em escritórios regionais da Caixa. O prazo para adesão ao PDV começa na segunda-feira (20) e vai até o começo de junho.

“Simultaneamente, o banco vai chamar aprovados em concurso em 2014”, afirmou a assessoria de imprensa do banco. Ainda não há uma estimativa de quantos serão contratados, mas a expectativa é de que até 25% desse público seja composto por pessoas portadoras de deficiência física.

O banco afirmou ainda que não há neste momento planos para fechamento de agências. A Caixa tem mais de 4,4 mil pontos físicos de atendimento no Brasil.

A instituição não informou de imediato qual a estimativa de economia a ser obtida com o PDV. A Caixa tinha 85 mil funcionários no final de 2018, o dado público mais recente.

Folhapress

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Dólar supera os R$ 4,10 e Bolsa fecha abaixo dos 90 mil pontos





O mercado brasileiro não se recuperou das perdas da véspera nesta sexta-feira (17). O dólar continuou a subir e fechou a R$ 4,1020, valorização de 1,58%. A Bolsa brasileira fechou abaixo dos 90 mil pontos, pior desempenho do ano.

Analistas destacam que não houve mudança no quadro político em direção ao avanço da reforma da Previdência. A crise entre governo Bolsonaro e Câmara e investigações envolvendo o filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), preocupam investidores.

No exterior, o dia também foi de perdas após negativas da China quanto a um acordo com os Estados Unidos para por fim à guerra comercial. As Bolsas chinesas recuaram mais de 2%.

Nos EUA, índice Dow Jones recuou 0,38%. S&P 500 caiu 0,45% e Nasdaq teve queda de 1%.

O Ibovespa, maior índice acionário do país, operou em alta durante a maior parte do pregão. A recuperação após a queda de quinta (16), no entanto, não se sustentou. A Bolsa fechou com leve recuo de 0,03%, a 89.992 pontos, pior patamar do ano. O giro financeiro foi de R$ 16,4 bilhões. Na semana, o índice acumula queda de 4,5%.

Na véspera, o índice caiu 1,75%, a 90 mil pontos. O recuo foi impulsionado pela queda nas ações da Vale, com risco de rompimento de duas barragens. Hoje, com o recorde no preço do minério de ferro, os papeis da companhia se recuperaram e tiveram alta de 2,8%.

Durante a sexta, o dólar continuou trajetória de alta e chegou a R$ 4,1140. A moeda encerrou cotada a R$ 4,1020, alta de 1,58%. O valor é o maior desde 19 de setembro de 2018, período pré-eleitoral.

Na quinta, a moeda americana havia fechado acima dos R$ 4 pela primeira vez desde 1º de outubro.

Na semana, o dólar acumula valorização de 4%. Este é o pior período para o real desde a semana de 20 de agosto, quando a moeda americana teve alta acumulada de R$ 4,80. Dentre as divisas emergentes, o real foi a que mais se desvalorizou, com 2,48% de perdas, bem à frente do Florim húngaro, segundo mais desvalorizado, que perdeu 1,21% frente ao dólar.​

Para Sidnei Nehme, diretor da corretora de câmbio NGO, a alta do dólar não deve se manter. “O patamar de R$ 4,10 já é de altíssimo risco para quem aposta na alta do dólar. Se o governo der um passo firme em direção a reforma da Previdência, a cotação da moeda americana desmorona”, afirma.

Para o economista, a valorização do dólar reflete o cenário de incertezas domésticas. “Neste caso, a guerra comercial entre EUA e China não teve grande pressão. A cotação reflete uma aposta de que o dólar continue a subir, uma aposta no caos. O câmbio é um dos únicos segmentos que não temos problema, com grande reserva e mecanismos para suprir liquidez do mercado. O real é a moeda mais bem defendida e a que cai mais, por especulação de que o cenário político vá piorar”, diz Nehme.​

O início da investigação judicial contra Flávio Bolsonaro e a citação a Rodrigo Maia em delação sobre o pagamento de propina pela companhia aérea Gol podem ser mais um entrave no panorama político. Maia é o principal articulador político da reforma da Previdência, vista como a salvação das contas públicas brasileiras.

Protestos contra o corte de verbas da Educação e a postura conflituosa de Jair Bolsonaro também preocupam o mercado.

Dados econômicos do início do ano tampouco geram otimismo. Segundo o Banco Central, a atividade econômica no primeiro trimestre recuou e as projeções para o PIB do período são negativas.

O clima no exterior também piou na semana, com novos capítulos da guerra comercial entre China e Estados Unidos. Na segunda, o governo chinês anunciou o aumento de tarifas para importações americanas, o que derreteu os mercados globais.

Nesta sexta, o governo chinês afirmou que não tem pressa de fechar um acordo e que a decisão do governo de Donald Trump de elevar as tarifas de importações chinesas feriu “profundamente” as negociações. De forma protecionista, os chineses anunciaram novos incentivos para o mercado interno.​

Folhapress

Após assumir homossexualidade, Diego Hypolito revela tentativa de suicídio

O ginasta chegou buscar ajuda profissional e foi internado em uma clínica psiquiátrica



Foto/Reprodução

Folhapress - Pouco mais de uma semana depois de assumir ser homossexual, o ginasta Diego Hipolito, 32, revelou em entrevista à revista Quem já ter tentado tirar a própria vida.

Isso são coisas muito pesadas, eu sei. Mas são coisas que muitas pessoas passam e depois não sabem como lidar com isso", disse Hypolito sobre as tentativas de suicídio. -

Segundo o atleta, uma soma de episódios o levou a essa condição: as quedas olímpicas, a demissão do Flamengo, o fato de ter morado sozinho durante um ano em São Paulo e um relacionamento que terminou.

Em 2014, o ginasta buscou ajuda profissional e foi internado em uma clínica psiquiátrica.

"Aconteceu tanta coisa na minha vida que não tinha como eu não ter algum problema psicológico, é natural. Eu acho que todo problema psicológico é excesso de muito problema que você não tem controle", afirmou.

Antes da prata olímpica nos Jogos do Rio, em 2016, Diego Hypólito sofreu com quedas seguidas nas duas edições anteriores da Olimpíada.

Em Pequim-2008, quando estava no auge de sua carreira, precisava apenas terminar sua sequência de saltos para conquistar o ouro, mas caiu de bunda no chão. Na edição seguinte, em Londres-2012, caiu de cara durante sua apresentação e viu o sonho da medalha terminar outra vez.

No início do ciclo olímpico para o Rio de Janeiro, enfrentou uma depressão em 2013 após a saída do Flamengo. Chegou a perder 10 kg.

A redenção começou no Mundial de 2015. O atleta viajou como reserva, mas acabou entrando na equipe titular por conta de uma lesão de Péricles Silva. No torneio, ajudou o time a conseguir a vaga para a Rip-2016 e faturou um bronze, que se juntou às medalhas de ouro no solo conquistadas em 2005 e 2007.

No Rio de Janeiro, enfim conseguiu sua primeira medalha olímpica, após boa apresentação no solo, que garantiu a ele a medalha de prata.

Reprodução do Portal NCO

WhatsApp pede que usuários atualizem app após descobrir falha de segurança

Brecha permite que invasores tenham acesso ao conteúdo do aparelho.



WhatsApp reconhece falha de segurança

O aplicativo de mensagem instantânea WhatsApp, de propriedade do Facebook, informou na segunda-feira (13) que detectou uma vulnerabilidade em seu sistema que permitiria que hackers instalassem de maneira remota um tipo de "spyware", um software espião, para ter acesso a dados do aparelho, em alguns telefones.


A empresa confirmou em comunicado à imprensa a informação publicada horas antes pelo jornal britânico "Financial Times" e pediu a todos os 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo que "atualizem o aplicativo para sua versão mais recente" e também mantenham seu sistema operacional atualizado "a fim de proteger contra possíveis ataques destinados a comprometer as informações armazenadas em dispositivos móveis".

Passo a passo para atualizar o app

Entre no Google Play Store, no caso do Android, ou na Apple Store, no caso do iOS (iPhone);
Use a busca para procurar o aplicativo do WhatsApp e clique em atualizar;
Clique no aplicativo e verifique se o número da sua versão é igual às mais seguras divulgadas pela empresa (veja abaixo)

Observação: se você fizer os passos acima e não encontrar a opção de atualizar é porque seu aparelho pode estar configurado para atualização automática de aplicativos e já realizou o download da nova versão.

A última atualização foi disponibilizada nesta segunda-feira (13). É possível ver na Google Play e na AppStore qual versão está instalada no seu aparelho.

Segundo um comunicado divulgado no Facebook, a brecha de segurança afeta as versões do app anteriores a estas:


  • WhatsApp para Android v2.19.134;
  • WhatsApp Business para Android v2.19.44;
  • WhatsApp para iOS v2.19.51;
  • WhatsApp Business para iOS v2.19.51;
  • WhatsApp para Windows Phone v2.18.348;
  • WhatsApp para Tizen v2.18.15.


O WhatsApp, que foi adquirido pelo Facebook em 2014, afirmou que "dezenas" de telefones foram alvos do ataque e que as vítimas foram escolhidas "especificamente", de maneira que em princípio não se trataria de um ataque em grande escala.

Quem fez o ataque?

Não se sabe quem realizou os ataques, mas o software espião que foi instalado nos telefones "se assemelha" à tecnologia desenvolvida pela empresa de cibersegurança israelense NSO Group, fornecedora de governos e agentes de segurança.

Ao G1, um porta-voz do NSO Group afirmou que o software da companhia é licenciado para governos e agências estatais para lutar contra criminosos e terroristas.

"A companhia não opera o sistema que disponibiliza e, depois de uma análise séria, fornece o dispositivo para que agentes estatais e governos possam utilizar essa tecnologia para dar suporte a suas missões públicas", disse. "A NSO não poderia e nem usaria sua tecnologia para atacar qualquer pessoa ou organização".

A vulnerabilidade no sistema, para a qual o WhatsApp lançou uma atualização na segunda-feira, foi detectada no início de maio, quando a empresa trabalhava para melhorar a segurança das chamadas de áudio. Por enquanto, não se sabe quanto tempo duraram as atividades de espionagem.

Os hackers faziam uma ligação através do WhatsApp para o telefone cujos dados queriam acessar e, mesmo que o destinatário não respondesse à chamada, um programa de spyware era instalado nos dispositivos.

Em muitos casos, a chamada desaparecia mais tarde do histórico do aparelho, de modo que, se ele não tivesse visto a chamada entrar naquele momento, o usuário afetado não suspeitaria de nada.

Vítimas da espionagem

O WhatsApp assegurou que, logo após tomar conhecimento dos ataques, alertou organizações de direitos humanos (que estavam entre as vítimas da espionagem), empresas de segurança cibernética e o Departamento de Justiça dos EUA.

O fato de algumas das organizações afetadas serem plataformas de defesa dos direitos humanos reforça a hipótese de envolvimento do software do Grupo NSO, uma vez que programas da empresa já foram utilizado no passado para realizar ataques contra esse tipo de entidade.

O NSO Group opera de forma obscura e, durante muitos anos, desenvolveu secretamente spywares para seus clientes, entre os quais governos de todo o mundo, que os utilizam para acessar dispositivos móveis e obter informações.

O spyware teve capacidade para infectar telefones com sistema operacional da Apple (iOS) e do Google (Android).