quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Ministério Público recebe denúncias contra novela que o SBT irá estrear



Escalada para ser a substituta de “Meu Pecado” nas tardes do SBT, a novela mexicana “Sortilégio” já está causando grande polêmica.

O NaTelinha recebeu com exclusividade duas denúncias feitas para o Ministério Público de São Paulo, de telespectadores que já estão cientes do conteúdo da trama produzida pela Televisa.

Foram enviadas trechos de cenas de insinuação de sexo entre o casal protagonista, interpretado por William Levy e Jacqueline Bracamontes, além de sequências com o casal homossexual do folhetim, feito por Julián Gil e Marcelo Córdoba (foto abaixo).


Por fim, foram enviadas cenas de insinuação de sexo oral, que “Sortilégio” também tem. Tudo já está na Ouvidoria do Ministério Público de São Paulo, que prometeu repassar todas as cenas para um Promotor analisar e investigar se de fato a trama é realmente adequada para o horário que o SBT quer exibí-la, por volta de 16h15.

O Ministério Público afirma que ainda é cedo para dizer se a novela será proibida para a faixa de exibição em questão, já que o Promotor ainda não analisou a denúncia. Porém, assim que o profissional o fizer, o SBT pode ser notificado ou não.

O fato é que o número de denúncias pode aumentar. “Sortilégio” foi muito criticada no México por conta de cenas muito fortes de sexo e violência.

Segundo os critérios da Classificação Indicativa brasileira, insinuação de sexo velada já faria a trama ser “proibida para menores de 12 anos”, o que impossibilitaria a exibição às 16h15. Com a simulação de sexo oral que teria sido enviada, o caso pode se agravar.

O SBT já definiu a data de estreia de “Sortilégio” na grade: será dia 27 de outubro.

Procurada pelo NaTelinha, a assessoria de Comunicação da emissora informa que “a novela será adequada à faixa-horária, sendo assim, todas as cenas que possam comprometer a exibição serão cortadas”.

Mesmo assim, o Ministério Público deve analisar cuidadosamente todo o material em um prazo máximo de 30 dias.

Na Telinha – UOL

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