quarta-feira, 30 de março de 2016

Dengue aumenta 52,6% nos primeiros 2 meses do ano; mortes chegam a 51


Foram 396.582 casos até a semana epidemiológica 8, segundo boletim
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(Foto: Luis Robayo/AFP)
Aedes aegypti, mosquito transmissor de zika, dengue, chikungunya e febre amarela, é visto sobre pele humana em laboratório

O número de casos de dengue no Brasil este ano já é 52,3% maior do que o do mesmo período de 2015, ano que teve a maior epidemia de dengue da história do país. Nas primeiras oito semanas do ano, houve 396.582 casos prováveis de dengue, segundo o novo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. No mesmo período de 2015, tinham sido 259.827 casos.

Do total de casos, 56,2% são da região Sudeste, 18% do Nordeste, 13,2% do Centro-Oeste, 8% do Sul e 4,9% do Norte.

Apesar do aumento do número de casos, o número de mortes por dengue teve uma redução em relação ao ao passado. De acordo com o boletim, houve 51 mortes confirmadas por dengue nos primeiros dois meses do ano, contra 197 óbitos pela doença no mesmo período de 2015.

O boletim destacou como municípios com grande incidência de dengue em relação ao tamanho da cidade os municípios de Campanário (MG), que teve 11.304,6 casos por 100 mil habitantes, Coronel Fabriciano (MG), com 3.460 casos por 100 mil habitantes, Ribeirão Preto (SP), com 1.335,2 por 100 mil habitantes e Belo Horizonte (MG), com 1.273,9 por 100 mil habitantes.

Chikungunya
O país registrou também 3.748 casos de chikungunya até a oitava semana epidemiológica, dos quais 284 tiveram confirmação com exames laboratoriais. Os casos foram registrados em 18 unidades da federação.

Zika
O Ministério da Saúde não tem divulgado o número total de casos de infecção pelo vírus zika no país. Mas, nesta terça-feira, um boletim do Ministério da Saúde confirmou que o vírus já tem circulação autóctone em todos os estados do país.

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