sábado, 16 de abril de 2016

Financiadores pressionaram deputados por retirada de apoio a Dilma


A pressão dos movimentos pró-impeachment, com bullying nas redes sociais e no WhatsApp, até ajudou. Mas o que pesou mais para a debandada de partidos como PP, PSD e PR do apoio ao governo na semana decisiva do impeachment foi a ação direta de financiadores de campanha e grandes grupos econômicos sobre os indecisos e os que pretendiam votar com Dilma.

Pesos-pesados dos setores produtivo e financeiro e representantes de entidades de classe como Fiesp, CNI, CNA e CNT telefonaram pessoalmente para uma lista de parlamentares para exigir daqueles que sempre ajudaram apoio à deposição da presidente.



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