domingo, 24 de fevereiro de 2019

Com preço salgado e seis câmeras, Samsung lança celular dobrável

Aparelho tem duas telas, uma na parte da frente e uma na dobra. Galaxy Fold foi anunciado por US$ 1.980.

O Unpacked, evento da Samsung que apresentou a nova geração dos Galay S10, começou nesta quarta-feira (20) com a apresentação do celular dobrável da empresa, o Galaxy Fold.

“Dez anos depois do primeiro Galaxy, nós não mudamos apenas o formato do smartphone, mas também do futuro”, disse DJ Koh, presidente da divisão de eletrônicos da Samsung. “O tamanho de tela ainda é limitado pelo tamanho do telefone. Até agora. Com o Galaxy Fold o consumidor ganha um smartphone e também um tablet”.

O Galaxy Fold segue a tendência do FlexPai, da Royole, que foi anunciado mais cedo este ano durante a feira de eletrônicos CES, em Las Vegas.

Entre as característica, chamou a atenção a função de poder usar 3 aplicativos ao mesmo tempo. A Samsung destacou que é possível, por exemplo, ver um vídeo no YouTube, conversar com alguém e comprar passagens aéreas, ao mesmo tempo.

Galaxy Fold tem duas telas e 6 câmeras. — Foto: Divulgação/Samsung


Há também a função de continuidade de aplicativo: quando o celular é aberto, a função que estava sendo utilizada na tela menor, de 4,6 polegadas, é transferida automaticamente para a tela maior, de 7,3 polegadas.

O aparelho tem 6 câmeras, uma na frente, duas no meio e três atrás. Veja as especificações:
  • Câmera frontal: 10MP com abertura f/2.2;
  • Câmeras do interior: 10MP com abertura f/2.2 e 8MB com abertura f/1.9, para efeito desfocado em selfies;
  • Câmeras traseiras: ultra-grande angular com 16MP, grande angular com 12MP e tele com 12MP, para zoom óptico de 2x.
O Galaxy Fold também vem com uma “super bateria”, de 4.300mAh. Segundo a Samsung informou durante a apresentação, o fato de o aparelho ser dobrável permite que a bateria seja dividida em duas, uma em cada metade. Ele conta também com um processador de oito núcleos, 12GB de memória RAM e 512GB de armazenamento.



Tela interna do Galaxy Fold tem 7,6". — Foto: Divulgação/Samsung

Apesar disso, dois aspectos deixaram a desejar: a tela e o preço. A tela HD+ de Amoled não é descrita como Full HD nas especificações técnicas, o que pode desagradar.

Quanto ao preço, o Galaxy Fold chega ao mercado por US$ 1.980. Bem acima dos Galaxy S10, que podem sair por US$ 750 no modelo de entrada e por uma média de US$ 1 mil dólares nos modelos superiores.

Diferentemente dos Galaxy S10, o Galaxy Fold não foi exibido aos jornalistas que estavam na exibição dos produtos, ao final do evento.

Após episódio com Gilmar Mendes, Supremo e parlamentares querem limitar atuação da Receita Federal




O vazamento de dados sobre uma investigação tributária envolvendo Gilmar Mendes gerou um movimento entre congressistas e ministros do Supremo Tribunal Federal para discutir um projeto de lei com o objetivo de limitar os poderes de atuação da Receita Federal. Se concretizada, a mudança poderá causar impacto no modo como o Fisco tem cooperado com grandes investigações de combate à corrupção e lavagem de dinheiro, a exemplo da Operação Lava Jato.

Segundo o Estadão/Broadcast apurou, ministros do Supremo, durante almoço na semana passada, reprovaram a atuação da Receita, que elaborou relatório apontando possíveis atos de “corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência por parte do ministro Gilmar Mendes e familiares”. Dos 11 ministros, sete estavam no encontro.

O projeto de lei com limites à atuação do Fisco vem sendo discutido em conversas reservadas de ministros do Supremo com parlamentares. A boa interlocução de integrantes da Corte com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é considerada um dos trunfos para fazer a ideia prosperar.

O descontentamento de setores do Judiciário ficou claro em discurso do presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, em evento de posse da diretoria do Sindifisco – entidade que representa os auditores -, na quarta-feira, 20.

Em seu discurso, Toffoli disse ser necessário “delimitar” o modo como age a Receita. “Qual seria o nível de detalhamento dessas explorações bancárias e fiscais cometidas pelo Fisco no seu exercício legítimo de fiscalizar?”, questionou o presidente do Supremo. “É extremamente relevante delimitarmos para dar mais segurança para a atuação do Fisco e dos auditores da Receita.”

O presidente do Supremo afirmou ainda que já votou em alguns casos a favor da possibilidade de o Fisco ter acesso ao sigilo bancário dos contribuintes sem autorização da Justiça. No entanto, os auditores presentes entenderam a afirmação como um recado de Toffoli de que poderá mudar de postura.

No mesmo evento estava o secretário especial da Receita, Marcos Cintra. Quando questionado se o Fisco deve subsidiar grandes operações, ele afirmou que a atuação deve ser somente “se o órgão competente requisitar informações”. O texto do novo projeto de lei em discussão pretende deixar mais claros os limites de atuação da Receita. A crítica é que os auditores têm avançado no campo criminal em vez de focar em possíveis irregularidades tributárias.

De acordo com um deputado que participa das conversas, além do projeto, também é discutida a convocação do ministro da Economia, Paulo Guedes – a quem a Receita Federal está subordinada -, para que ele explique o vazamento de dados envolvendo Gilmar Mendes.

Modelo


O ponto central da tensão com ministros do STF e políticos é o modelo de atuação, especialmente em casos envolvendo agentes públicos, empregado pelo Fisco nos últimos anos. O modelo segue os padrões das autoridades tributárias de países desenvolvidos.

Antes reativa, pois só atuava por solicitação de outros órgãos fiscalizadores, a Receita passou a se valer do aprendizado obtido na cooperação com grandes investigações de combate à corrupção e lavagem de dinheiro. Passou a atuar de maneira proativa.

No entendimento de Gilmar Mendes e dos parlamentares que defendem uma mudança na atuação do Fisco, esse tipo de trabalho inverte a lógica da Receita. Ao mirar primeiro os possíveis crimes, o Fisco estaria deixando a questão tributária em segundo plano. O atual modelo era defendido pela antiga cúpula da Receita, mas foi criticado por Cintra, escolhido por Guedes.

Auditores ouvidos pelo Estado lembraram que a Receita era criticada no passado justamente por esse modelo de atuação reativo defendido pela atual direção. Quando estourava um grande escândalo de corrupção e era revelada a evolução patrimonial suspeita de políticos, disse um auditor, a primeira pergunta era: como a Receita não viu isso?

Para evitar esse tipo de questionamento, o Fisco estabeleceu métodos de atuação proativa e os empregou na prospecção de possíveis agentes públicos com movimentações suspeitas por meio da EEP Fraude, grupo responsável por mapear irregularidades tributárias de autoridades, servidores e políticos.

Moro


A nomeação de Cintra gerou descontentamento na instituição desde o início pelo fato de ele não ser um auditor fiscal. A situação piorou após o vazamento do caso Gilmar Mendes e das declarações dadas por ele no evento de posse da nova diretoria do Sindifisco Além de criticar o auditor responsável pelo relatório, Cintra reforçou a tese do ministro de que teria havido uma investigação criminal e não apenas tributária.

Além de Cintra, os auditores reclamam do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que não teria saído em defesa da Receita. No entendimento dos auditores, o modelo de atuação empregado no trabalho que resultou no relatório sobre Gilmar Mendes é uma consequência da experiência adquirida pelo Fisco nos últimos cinco anos de cooperação com a Lava Jato. Por isso, o incômodo dos auditores com o silêncio de Moro.

Procurada, a Receita não quis se manifestar sobre o assunto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Assaltantes invadem condomínio na Grande Natal, rendem moradores e fazem arrastão em sete casas

Sete casas de um condomínio fechado em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, foram alvos de criminosos na noite desta terça-feira (12). Ninguém foi preso.

Segundo a PM, o arrastão aconteceu por volta das 21h, momento em que três homens armados renderam alguns moradores que estavam saindo para ir a uma missa. As vítimas foram obrigadas a abrir o portão para os assaltantes.

O condomínio fica no bairro Jardim Petrópolis, e todas as sete casas que pertencem ao residencial foram invadidas. O carro de um dos moradores foi usado para transportar os objetos das casas e também foi roubado.

Foram levados aparelhos de TV, computadores, aparelhos celulares, joias, entre outros objetos.

A Polícia Militar foi chamada logo após o arrastão e fez buscas pelos criminosos, mas nenhum suspeito foi encontrado.

G 1

Dragon Ball | Goku, Vegeta e Broly são reimaginados com visuais samurais

O ilustrador Kenji893 compartilhou em sua página oficial do DeviantArt uma série de artes inspiradas em “Dragon Ball“, trazendo Goku, Vegeta e Broly com visuais samurais. O trio foi o centro das atenções em “Dragon Ball Super: Broly“, filme de maior sucesso da saga.

Confira:







Essa é a história de um novo Saiyajin. A Terra está em paz após o Torneio do Poder. Percebendo que o universo ainda tem muitas pessoas poderosas, Goku passa todos os seus dias treinando para atingir níveis ainda mais altos. Então um dia, Goku e Vegeta são confrontados por um Saiyajin chamado Broly, que eles nunca viram antes.

Os Saiyajins deveriam ter sido praticamente extintos com a destruição do planeta Vegeta, então o que esse está fazendo na Terra? O encontro entre esses três Saiyajins, que seguiram caminhos completamente diferentes, termina em uma batalha estupenda, com até o Freeza (de volta do Inferno) entrando na história.


Informações: O Vício

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Fazendo fotos #BLR

Brasil perde 7,2 milhões de linhas móveis em 2018, diz Anatel


O Brasil perdeu 7,2 milhões de linhas móveis no ano passado, segundo levantamento feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A redução corresponde a uma queda de 3,08% na quantidade de linhas. A comparação é feita entre dezembro de 2018 e o mesmo mês em 2017.

Hoje, a Vivo é a operadora com maior quantidade de clientes, cerca de 73 milhões, o que corresponde a 31,91% do mercado. A segunda posição do ranking ficou com a Claro, com 56,4 milhões de linhas (24,61%), seguido da TIM com 55,9 milhões de clientes (24,39%) e a Oi com 37 milhões de linhas (14,44%).

Dentre as prestadoras de pequeno porte, nome dado àquelas que detêm menos de 5% do mercado, a Nextel é a com mais clientes, com um total de 3,3 milhões de linhas. A Algar aparece na segunda posição com 1,3 milhão de clientes, seguido da Porto Seguro com 825 mil.

Os celulares pré-pagos continuam sendo a maioria no Brasil. As linhas desse tipo equivale a 56,51% do mercado, cerca de 129,5 milhões de clientes, em relação às 99,6 milhões de linhas (43,49%) pós-pagas.

No último ano, somente cinco Estados apresentaram crescimento no número de linhas móveis: Roraima (+4,76 %), Amapá, (+2,72%) Amazonas (+1,93 %) São Paulo (+1,03%) e Espírito Santo (+0,31%)
O Estado com maior quantidade de usuários de linhas móveis continua sendo São Paulo, com 27,48% do mercado e 62,9 milhões de clientes.

Navegação

A maioria dos celulares no País (55,64%) já possui a conexão de internet móvel mais rápida disponível, a 4G. A quantidade de usuários de 3G representa 23,87% dos usuários e de 2G é de 10,84%. Ainda conforme a Anatel, a adoção da tecnologia 4G cresceu 27% no último ano, enquanto a de 3G diminuiu 36,82%.


Do Estadão Conteúdo

‘Você quer me matar?’, brinca Bolsonaro com Mourão




Na primeira conversa que tiveram desde que se recuperou de um quadro de pneumonia, o presidente Jair Bolsonaro fez uma brincadeira com o vice-presidente Hamilton Mourão.

Sob críticas dos filhos do presidente por sua postura pública, o general da reserva recebeu uma ligação no sábado (9) de Bolsonaro, internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo.

“Você quer me matar?”, indagou o presidente.

Sem entender, Mourão, que havia no mesmo dia trocado mensagens com Bolsonaro, questionou o motivo da pergunta.

“Eu neste hospital e você no churrasco?”, afirmou, aos risos.

O relato da conversa foi feito por Mourão nesta segunda-feira (11).

Ele contou que a ligação foi feita trinta segundos depois de, no sábado (9), ter informado ao presidente, por meio de mensagem escrita, que participaria de churrasco de sua turma da academia militar.

Nas últimas semanas, aliados do presidente intensificaram as críticas ao vice-presidente. Para eles, Mourão tem tentado se apresentar como um contraponto a Bolsonaro.

Eles apontam como exemplo encontro do general com a CUT (Central Única dos Trabalhadores), entidade sindical ligada ao PT, e a defesa para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participasse do velório de seu irmão.

Em entrevista à Folha, o ex-estrategista-chefe da Casa Branca Steve Bannon, que foi formulador da retórica que elegeu Donald Trump, chegou a dizer que Mourão “não é muito útil”, “é desagradável” e “pisa fora da sua linha”.

“Eu sou um cara legal, pô”, reagiu o vice-presidente.

O entorno do presidente defende que, ao retornar a Brasília, após receber alta médica, Bolsonaro se reúna com Mourão para arrefecer a versão de que a relação de ambos passaria por uma crise.

Folhapress

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Nubank vai começar a oferecer empréstimo pessoal

Fintech dá mais um passo para concorrer com grandes bancos; empréstimos terão juros mensais de 2,1% a 5%.

A fintech Nubank anunciou nesta sexta-feira (8) que vai operar crédito pessoal, em mais um passo da plataforma eletrônica de serviços financeiros para concorrer diretamente com os grandes bancos do país.

Os empréstimos começarão a ser oferecidos na próxima segunda-feira (11), com taxas de juros mensais de 2,1% a 5%, com o processo todo feito por meio do aplicativo. O prazo dos financiamentos será de até 24 parcelas.


Logotipo do Nubank é fotografado na sede do banco, em São Paulo — Foto: Paulo Whitaker/Reuters

O anúncio chega quase dois meses após o Nubank, que se popularizou a partir de 2014 como uma plataforma digital de cartões de crédito sem taxas de anuidade, ter lançado a função de débito para os novos cartões de clientes.

Desde que recebeu em 2017 o aval do Banco Central para atuar como uma instituição de pagamentos, o Nubank vem multiplicando a oferta de serviços financeiros para enfrentar o setor bancário. A fintech afirma ter cerca de 2,5 milhões de clientes em contas de pagamentos e 5 milhões em cartões de crédito.

Do G1

MMA: Aos 43, Anderson Silva mira em título e UFC tenta salvar audiência




Anderson “Spider” Silva retorna ao octógono do UFC neste sábado, na Austrália, contra o invicto nigeriano Israel Adesanya, 29, em uma eliminatória pelo título dos médios (83,9 kg). O brasileiro tem repetido a pessoas próximas que deseja voltar a ser campeão. Para o UFC, especialmente no mercado brasileiro, é um bom negócio o “Spider” voltar a vestir o cinturão.

A luta será transmitida pelo canal Combate, em pay-per-view. A programação começa às 20h50.

O rival, cujo forte é o kickboxing (mistura de boxe e caratê), se define clone do brasileiro.


“O Adesanya lembra o Anderson do Pride [torneio disputado por Anderson no início da carreira], é mais jovem, mais ágil, mais magro, abaixa a guarda, tem aquela coisa como o Anderson de ‘sair’ dos golpes puxando a cabeça para trás”, compara o amigo, contemporâneo de Anderson e diretor do UFC, Rodrigo “Minotauro” Nogueira. “O Dana White foi muito feliz ao casar essa luta e, para motivar os dois, prometer uma disputa pelo título ao vencedor.”

Anderson repete a integrantes da equipe que o objetivo é voltar a ser campeão, e para isso não ficou apenas nas palavras. Ele integrou à equipe Alex “Poatan” Pereira campeão dos médios (85 kg) de kickboxing pelo Glory, que já venceu Adesanya duas vezes, uma delas por nocaute.

“Ele também chamou para ajudar o Cosmo Alexandre, brasileiro que foi campeão de um prestigioso torneio em Bangkok, na Tailândia, e o Edelson Silva, técnico e atleta do boxe, menor do que ele, o que ajuda na velocidade”, analisa Rogério “Minotouro”, irmão de Rodrigo e um dos derradeiros contemporâneos de Anderson ainda em atividade dentro do MMA.

O ex-campeão, que completa 44 anos em abril e está há praticamente dois anos sem lutar, não deixou brechas em sua preparação, e levou inclusive sua fisioterapeuta, Angela Cortes, para a Austrália. O trabalho foi preventivo, com o objetivo de diminuir as altas cargas de estresse nas estruturas corporais para manter uma boa estabilidade e a mobilidade.

A arma do “Spider” nesta fase da carreira, segundo Minotauro, é duplicar o norte-americano Bernard “O Alien” Hopkins, que foi campeão mundial dos meio-pesados de boxe aos 48 e 49 anos.

“O Anderson fez algo que nem todo mundo consegue, ele aprendeu a lutar [no estilo] ‘mais velho’. O Bernard Hopkins faz isso muito bem”, explica Minotauro. “Como é isso? O Anderson vai enrolar o Adesanya, segurar o gás até o final.”

Uma vitória de Anderson beneficiaria toda a cadeia do mercado de MMA no Brasil.

“Colocar o Anderson em um card dispara vendas de pay-per-view no Brasil e no exterior, já que lutou e é conhecido na Coréia, Japão, Inglaterra, Estados Unidos”, define Minotauro. “No Brasil, estamos em uma entressafra de talentos, e ter um ídolo, um embaixador do esporte como o Anderson, campeão do UFC seria importante para atrair praticantes.”

Um eventual retorno de Anderson ao posto de campeão também seria motivo de festa no Grupo Globo, sócio do UFC no canal Combate, que viu a base de assinantes diminuir nos últimos anos. Tal é a atração do público por Anderson, que por muitos anos um card do UFC com participação do “Spider” valia por dois no acordo de exibição na TV aberta, o blog apurou. Ou seja, se a Globo tivesse o direito de transmitir três cards no ano, se exibisse um de Anderson, teria direito de transmitir apenas mais um.

“Quando o Anderson sofreu aquele acidente na perna [ao quebrá-la na revanche com Chris Weidman, em dezembro de 2013] nós sentimos… O número de alunos que era de 11 mil baixou para 9 mil”, revela Rogério “Minotouro”, referindo-se à sua franquia de academias Team Nogueira.

Na promoção da luta deste sábado, Anderson indicou que faria só mais as três lutas que restam em seu contrato com o UFC. Porém depois deixou em dúvida se poderia seguir lutando.

“Se ele conseguisse recuperar o título, nem precisaria fazer as três lutas do contrato, acho que poderia parar na hora”, brinca Minotauro. “Mas ele é imprevisível. Ele está jovem fisicamente, ao contrário de mim, que quando parei estava sentindo dores. O Anderson é hiperativo, joga basquete com os filhos, capricha nos treinos. Se vai parar ou continuar é uma incógnita…”

Folhapress

Flamengo pagou apenas 10 das 31 multas cobradas por prefeitura do Rio


A prefeitura do Rio de Janeiro informou hoje (9), por meio de nota, que o Flamengo pagou somente 10 das 31 multas aplicadas por irregularidades no licenciamento do centro de treinamento do clube. Conhecido como Ninho do Urubu, o Centro de Treinamento Presidente George Helal, em Vargem Grande, sofreu um incêndio que matou 10 adolescentes na madrugada de ontem (8).

As penalidades foram aplicadas em um intervalo de pouco mais de um ano pela Secretaria Municipal de Fazenda do Rio. O primeiro auto de infração foi emitido em 20 de outubro de 2017; e o último auto de infração, em 14 de dezembro de 2018.

De acordo com a prefeitura, o pedido de alvará de funcionamento foi apresentado em setembro de 2017. No entanto, como o certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros não foi apresentado, o documento não foi concedido.

A prefeitura informou ainda que a área de alojamento atingida pelo incêndio não consta como área edificada no último projeto aprovado pela área de licenciamento, em 5 de abril de 2018. No projeto, a área está descrita como um estacionamento de veículos, não como um alojamento. A prefeitura afirmou não ter registros de novo pedido de licenciamento da área para uso como dormitórios.

Agência Brasil

Presidente concede indulto a presos com doença grave


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu para conceder indulto (perdão de pena) para presos com doenças graves e doentes terminais. O decreto, que está sendo chamado no governo de “indulto humanitário”, proíbe indulto a condenados por corrupção, crimes hediondos e de tortura, organização criminosa, entre outros.

O decreto foi assinado por Bolsonaro na sexta, 8, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está internado desde o dia 28 de janeiro em razão de uma cirurgia para retirar a bolsa de colostomia e religar o intestino. O texto deve sr publicado na edição de segunda-feira, 11, no Diário Oficial da União.

Segundo o decreto, o objetivo do indulto é perdoar e retirar do sistema prisional aqueles detentos que, por motivos posteriores à condenação, “adquiriram deformidade ou doença grave incurável, de modo que o sofrimento impingido pela moléstia seja imensamente maior àquele provado pela privação de liberdade”.

A publicação do decreto com possibilidade de perdão da pena a esses detentos é uma resposta do novo governo ao imbróglio causado pelo último indulto assinado pelo então presidente Michel Temer (MDB) no final de 2017. À época, o texto assinado por Temer previa que presos com um quinto da pena já cumprida e condenados por crimes sem violência ou grave ameaça poderiam receber o benefício e obter liberdade. O caso foi para do Supremo Tribunal Federal (STF).

O indulto é geralmente concedido todos os anos, em período próximo ao Natal. Segundo a Constituição, é atribuição exclusiva do presidente da República. Depois de eleito, em novembro do ano passado, Bolsonaro afirmou que não concederia indulto a presos em seu governo.

A proposta do governo Bolsonaro é menos abrangente que a de Temer e visa apenas os detentos acometidos de doenças ou problemas graves de saúde. O documento que está na Casa Civil prevê a concessão do indulto para detentos com paraplegia, tetraplegia, cegueira ou com doenças grave permanente que imponha limitações de atividade e que exija cuidados que não possam ser prestados dentro do sistema prisional. Também poderão solicitar a inclusão no indulto os presos com câncer e aids em estágio terminal. Em todos os casos, há a necessidade de um laudo médico oficial ou assinado por médico designado pelo juízo

Os detentos que se enquadrarem nesses requisitos por meio de seus parentes, advogados ou mesmo de ofício (com pedido feito por eles mesmos) poderão dar início ao processo de concessão do indulto. O texto detalha que após a solicitação, o benefício será concedido pelo juiz do processo que resultou na condenação após ouvir o Ministério Público e a defesa do condenado.

Estadão Conteúdo

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Autoridades vão fiscalizar 3,3 mil barragens com risco neste ano



O Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Regional, aprovou diretriz para que o governo federal e órgãos estaduais fiscalizem, até o fim do ano, 3.386 barragens. Até junho, deverão ser monitoradas 205 de estruturas desse tipo que apresentem risco.
A medida foi anunciada diante das repercussões do rompimento da barragem da Vale na cidade de Brumadinho (MG), que deixou 115 mortos e ainda tem 248 desaparecidos
O conselho definiu a lista de barragens a serem vistoriadas por órgãos diversos. No caso do governo federal, 864 estruturas ficarão sob avaliação de entes federais: 91 com a Agência Nacional de Águas (ANA), 528 com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e 205 com a Agência Nacional de Mineração (ANM).
As autoridades estaduais, como secretarias de Meio Ambiente, foram instadas a comunicar caso avaliem que não dispõem de efetivo suficiente de trabalhadores para cumprir as tarefas dentro dos prazos estabelecidos. Os órgãos devem enviar as demandas nesse sentido até a próxima semana ao Ministério do Desenvolvimento Regional.
O governo federal, representado pelos ministérios do Desenvolvimento Regional e da Economia, vai avaliar a possibilidade de apoio à contratação, em caráter temporário, de pessoas para atuar nessas atividades de monitoramento e fiscalização.

Outras medidas

Em resolução do conselho criado após a tragédia de Brumadinho, o governo federal recomendou medidas aos órgãos de fiscalização, como a exigência de atualização dos planos de segurança pelos controladores das barragens e a atualização de informações técnicas sobre as estruturas no Sistema de Informação sobre Segurança de Barragem (SISB).
Além disso, as recomendações indicaram a necessidade de revisar procedimentos e normas de fiscalização por essas autoridades. Contudo, não há detalhamento sobre as mudanças que deverão ser implantadas.
Agência Brasil