quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Atenção Serra de São Bento/RN e região é neste dia 13.09



Atenção Serra de São Bento/RN e região é  neste dia 13.09  apartir das 20:00 horas na Arena da Serra.

Você é o nosso convidado especial....

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

O que os formatos das fezes no vaso revelam sobre sua saúde; Descubra

Foto/Reprodução legenda
Do Segredos do Mundo - Ninguém perde tempo falando sobre os formatos das fezes que existem por aí, mas, na verdade, a medicina considera essa uma parte relevante da investigação quando o assunto é saber mais sobre a saúde das pessoas (como você já teve oportunidade de conferir aqui).

Ao que tudo indica, o formato do cocô e a frequência com que ele muda de textura, de tamanho e até mesmo de forma podem servir de alerta para alguns problemas. Por exemplo, alimentação desequilibrada e até mesmo infecções parasitárias podem ser descobertas somente observando como as fezes estão saindo, sabia?

E, embora o assunto seja bastante íntimo, do tipo que ninguém sai gritando por aí, a verdade é que vale a pena entender melhor sobre o que os formates das fezes têm a nos dizer. Bolinhas secas e separadas são sintomas de desidratação e de uma alimentação pobre em fibras, enquanto fezes com textura aquosa podem indicar até mesmo uma infecção parasitária, sabia?

Abaixo, na lista, você entende melhor o que cada um desses formatos de fezes quer dizer e quando eles são considerados sinais de alerta para a saúde.

Como interpretar os formatos das fezes:


Tipo 1: Constipação severa

Normalmente, esse formato indica fezes que boiam no vaso sanitário, devido à alimentação pobre em fibras e em água. A dica, nesse caso, é aumentar o consumo de água, sucos, frutas com casca e bagaço, verduras, linhaça, granola, aveia e cereais integrais.


É interessante evitar o consumo de carnes vermelhas, de farinhas brancas, açúcares e laticínios.

Tipo 2: Constipação leve

O formato indica que as fezes ficam muito tempo no cólon, ou seja, que o trânsito digestivo é lento. Também é possível perceber a carência de água e de fibras. As dicas para melhorar são as mesmas das listadas no tipo 1.

Tipos 3 e 4: Evacuação normal

Se você não tem problemas para ir ao banheiro, seguindo uma rotina, e se as fezes saem com facilidade, você está de parabéns. Seu trânsito intestinal é ótimo e, muito provavelmente, sua alimentação também é boa.

Tipo 5: Tendência a diarreia

O fato do bolo fecal estar se movendo mais rápido que o normal pode ser sintoma de vários problemas e pode levar a consequências sérias, como carências nutricionais e até mesmo a desidratação. O idel é aumenta o consumo de fibras solúveis, ou seja, as encontradas em legumes cozidos e nos grãos.

Tipos 6 e 7: fezes tipo diarreicas.

Em ambos os casos, o trânsito intestinal está desrregulado e, como já mencionamos, pode causar carências nutricionais e desidratação. No tipo 6, por exemplo, esse pode ser um sinal de intolerância a algum tipo de alimento ou até mesmo algum tipo de desequilíbrio na flora bacteriana intestinal.


Já, as fezes do tipo 7 podem indicar algo ainda mais sério, como algum tipo de infecção. O ideal é procurar um médico para fazer o diagnóstico e manter uma alimentação leve, sem alimentos gordurosos, açúcares e laticínios.
O que pode alterar os formatos das fezes?

De acordo com especialistas, alterações nos formatos das fezes podem estar ligadas a alguns tipos específicos doenças relacionadas ao sistema gastrointestinal.

No entanto, o mais comum é que as alterações sejam resultantes de distúrbios funcionais intestinais, relacionados a microbiota intestinal, a dieta seguida, ao sistema nervoso e, claro, aos hábitos de vida das pessoas.



Abaixo, por exemplo, você confere uma lista de fatores que podem contribuir isoladamente ou em conjunto, para que essas alterações no formato das fezes ocorram:

. Alimentação desequilibrada

. Problemas relacionados à flora intestinal

. Sinal de ansiedade, estresse, depressão

. Disfunções tireoidianas

. Prática de atividade física

. Hábito de segurar, adiar a evacuação. Isso faz que o cérebro não envie ao intestino os estímulos a defecação.

. Doenças do aparelho digestivo

. Intolerâncias alimentares

. Doenças infecciosas, verminoses, parasitoses

. Uso de antibióticos, antidepressivos, e outros medicamentos

. Distúrbios funcionais intestinais
Quando é preciso se preocupar?

Agora, se você não se encaixa nesses fatores simples que acabamos de listar e se você tem histórico familiar de câncer de intestino, se tem notado sangramento pelo reto, se anda perdendo muito peso, se sofre de anemia, melhor procurar um médico o quanto antes.

Outros sinais de alerta são mudanças progressivas nos tipos de formatos de fezes e dor ao evacuar.

E então, com qual desses formatos de fezes listados você se identifica? Tomando por base o aspecto do seu cocô, você acha que pode estar com algum tipo de complicação gastrointestinal? Não deixe de comentar

domingo, 1 de setembro de 2019

Twitter identifica conteúdo abusivo e combate robôs usando tecnologia

foto reprodução 
O Twitter está no centro do debate político atual. Um mapeamento publicado pelo Twiplomacy, que faz estudos globais sobre uso e alcance das redes sociais, em julho do ano passado, mostrou que 97% dos governos de Estados membros da ONU utilizam a plataforma para se comunicar com seus cidadãos.

O presidente Jair Bolsonaro e muitos de seus ministros diariamente postam conteúdo e interagem pelo microblog, que virou uma espécie de “termômetro” sobre tudo aquilo que o presidente fala ou faz.

Fernando Gallo, gerente de políticas públicas do Twitter no Brasil, afirma que a saúde da conversa que acontece dentro da plataforma é uma prioridade para empresa, que vem tomando medidas e investindo em tecnologias que ajudam na identificação de conteúdos considerados danosos, como discursos de ódio, e de contas automatizadas.

“No começo do ano passado, zero por cento do conteúdo que a gente sancionava por abuso era levado às equipes de análise por meio da tecnologia, a gente dependia basicamente de denúncias. No começo desse ano, 38% dos conteúdos sancionados por abuso foram identificados por meio de tecnologia”, afirmou Gallo.

Ele é um dos convidados do seminário “Desafios da democracia no Brasil: inovação, participação e representação num mundo hiperconectado”, que será realizado pelo jornal O Estado de S. Paulo em parceria com a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (Raps) no dia 4 de setembro, no Senado Federal, em Brasília.

Gallo afirma que o Twitter é, mais que outras redes sociais, uma plataforma de informação, por ser em tempo real e pública, já que qualquer pessoa, mesmo que não tenha uma conta, consegue ter acesso aos conteúdos que estão ali. “O Twitter é uma plataforma de liberdade de expressão, mas a gente quer também que as pessoas se sintam seguras para se comunicar dentro da rede”, disse Gallo, que pondera que isso não significa que a empresa tenha um papel de mediar os diálogos ali travados.

“Somos um espaço em que políticos, eleitores, cidadãos, jornalistas e demais partes interessadas nesse debate podem se expressar e ter acesso às declarações das outras pessoas de forma pública e aberta. O que temos são regras sobre os comportamentos e conteúdos que são permitidos na plataforma, que devem ser respeitadas por todos”, afirmou. No entanto, Gallo acrescenta que, mesmo não cabendo à empresa arbitrar o que é verdade ou não, ela tem atuado nos vetores primários pelos quais a desinformação se espalha. “Um exemplo desses vetores são os chamados robôs, que replicam em alta quantidade notícias falsas”, ressaltou.

e acordo com o Twitter, entre janeiro e março deste ano 100 mil contas foram suspensas por terem criado novos perfis depois de uma suspensão imposta pela política de regras da plataforma. Esse número representa um crescimento de 45% em relação ao mesmo período de 2018.

Além de Fernando Gallo, o seminário já tem entre seus participantes confirmados a cientista política e diretora executiva da Raps, Mônica Sodré; o cientista político da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e especialista em partidos políticos Fernando Guarnieri; o deputado federal e líder do PSB na Câmara dos Deputados, Tadeu Alencar; e a senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP).

Entre os temas que serão debatidos estão a qualidade das decisões dos governantes diante de um ambiente virtual contaminado com notícias falsas e discursos polarizados; o direito à privacidade; a proteção de dados e o uso da inteligência artificial.

Notícias ao Minuto

VÃO REBOCAR? Guincho da STTU tem débitos com o Detran desde 2018




A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) começou a guinchar esse ano os carros que se encontram estacionados em local proibido, mas, por ironia, o guincho que realiza o reboque dos carros está com débitos desde 2018 junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Pelo levantamento do site do Detran, o guincho está com uma pendência desde 2018 no valor de apenas R$ 30 descrita apenas como complementar. As demais pendências que são de junho desse ano são relativas à documentação como licenciamento, postagem e taxa de bombeiros. O total de débitos é de R$ 207.