sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Preço da carne só voltará ao patamar anterior daqui a 3 ou 4 meses, diz ministra




Foto: Getty Image

O preço da arroba do boi gordo, que em São Paulo teve aumento real de nada menos que 35% em um mês, não vai mais retornar ao patamar anterior. A afirmação é da ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

Em entrevista ao Estado, Tereza Cristina disse que a alta das exportações para a China teve forte impacto na valorização da carne em todo o País. O que também ajudou a puxar o aumento, no entanto, disse a ministra, foi a falta de reajuste nos preços nos últimos três anos.

O presidente Jair Bolsonaro, em transmissão pela internet, declarou que a ministra garantiu que, daqui a três ou quatro meses, o preço da carne volta à normalidade.

Já o Ministério da Agricultura, em nota, afirmou que está acompanhando de perto a situação e acredita que o mercado “irá encontrar o equilíbrio”. “Não é papel do ministério intervir nas relações de mercado. Os preços são regidos pela oferta e procura. Neste momento, o mercado está sinalizando que os preços da carne bovina, que estavam deprimidos, mudaram de patamar”, afirmou, em nota.

Estadão

DEU RUIM: Procurador é afastado após dizer que escravidão ocorreu porque ‘índio não gosta de trabalhar’




Foto:Divulgação/MPPA

O procurador do Ministério Público do Pará (MPPA) que disse que a escravidão no Brasil ocorreu porque ‘o índio não gosta de trabalhar’ foi afastado nesta quinta (28).

A decisão foi tomada em sessão extraordinária do colégio de procuradores da entidade, homologou pedido de afastamento do procurador Ricardo Albuquerque. O grupo também decidiu por unanimidade instaurar processo administrativo contra ele, que é ouvidor-geral do MPPA.

Ele ficará longe do cargo até a conclusão da investigação instaurada pela Corregedoria do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para apurar a conduta dele.

Em palestra na terça (26), Albuquerque disse que “esse problema da escravidão aqui no Brasil foi porque o índio não gosta de trabalhar. Até hoje”.


“O índio preferia morrer do que cavar mina, do que plantar para os portugueses. E foi por causa disso que eles [colonizadores portugueses] foram buscar pessoas nas tribos lá na África para vir substituir a mão de obra do índio aqui no Brasil”, seguiu ele, em apresentação a alunos de uma universidade que visitavam a sede da procuradoria.

Albuquerque também afirmou que não acha que “tenhamos dívida nenhuma com quilombolas”. “Nenhum de nós aqui tem navio negreiro. Nenhum de nós trouxe um navio cheio de pessoas da África para serem escravizadas aqui no Brasil”.

Em nota divulgada no mesmo dia, o MPPA disse repudiar o teor das declarações do procurador, que não compactua com qualquer ato de preconceito e que o teor das declarações “reflete tão somente a opinião pessoal” dele. As manifestações de Silva foram gravadas e circulam por redes sociais.

Também por meio de nota, o procurador afirmou que o áudio com suas falas está sendo divulgado fora de seu contexto, uma vez que o assunto era o Ministério Público como instituição “e não tinha como escopo a análise de etnias ou nenhum outro movimento dessa natureza”.

“Depois de falar por aproximadamente uma hora e 20 minutos, o procurador de justiça disponibilizou a palavra aos presentes para que, num ambiente acadêmico, respondesse a críticas, comentários ou curiosidades, lamentando que o divulgador ao invés de mostrar sua discordância de maneira dialética e leal, optou por, de maneira sub reptícia, tentar macular o bom nome de uma pessoa preocupada em contribuir com a disseminação do conhecimento de maneira imparcial”, conclui a nota dele.

Folha de SP

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Procurador Federal Ruy Medeiros lança livro de crônicas no próximo dia 28




Foto: Ilustração

O Procurador Federal aposentado Ruy Medeiros Fernandes vai lançar no próximo dia 28 de novembro, às 18 horas, no Clube de Radioamadores do Rio Grande do Norte, situado na Avenida Rodrigues Alves, nº 1004, Tirol, um livro de crônicas intitulado “Resenhas da Bodega de Simão Leleco”.

O livro é uma coletânea de 55 crônicas de costumes e política, ambientado na bodega de seu pai Simão Leleco, na cidade de Caicó, onde ele nasceu no ano de 1950 e viveu os primeiros anos de sua infância e adolescência, até o final da década de 1990.

Esta é sua segunda obra, uma vez que o autor já havia editado outro livro com o título “Na Cadeira do Dentista”, no ano de 2010. Em sua primeira obra o autor, que àquela época exercia a profissão de cirurgião-dentista, transformou em 60 crônicas, episódios pitorescos, por vezes, bizarros, que ocorreram em consultórios odontológicos de Natal.

O autor espera contar nesse evento literário com a presença dos conterrâneos da colônia caicoense, amigos e conhecidos que conquistou nesta Capital através dos exercícios da Odontologia por 36 anos e da Advocacia, por mais de 30 anos.

Proprietário de loja de veículos na avenida 1 é baleado em atentado




Foto: Ilustração/Getty

O proprietário da loja Edgard Veículos e um funcionário dele foram atingidos por disparos de arma de fogo, no início da noite desta quarta-feira, entre a avenida Presidente Quaresma (1) e Rua dos Canindés (antiga avenida 6), no Alecrim.

Segundo relato de populares, um homem parou uma motocicleta em frente ao estabelecimento comercial e atirou pelo menos cinco vezes contra o comerciante, fugindo em seguida.

Edgard foi atingido por dois disparos e seu funcionário por um. Ambos foram socorridos pelo Samu ao Pronto-Socorro Clóvis Sarinho.

Informações preliminares dão conta de que o proprietário foi submetido à cirurgia e seu estado de saúde inspira cuidados, já que ele teria sofrido duas paradas cardíacas. O funcionário dele não corre risco de morte.

A Polícia Militar foi acionada, mas até o momento não conseguiu localizar o suspeito. Até o momento é desconhecida a motivação do crime e o caso será investigado pela Polícia Civil.

Reprodução do Blog do BG

domingo, 10 de novembro de 2019

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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

WhatsApp libera opção que impede que usuário seja incluído em grupos sem autorização

Função já estava na versão beta do aplicativo e agora chega para todos os usuários.



Aplicativo agora permite configurar quem pode ou não adicionar usuário em grupos. — Foto: REUTERS/Thomas White

Antes disponível na versão de testes do aplicativo, o WhatsApp liberou nesta quarta-feira (6) um filtro em que permite ao usuário configurar quem poderá adicioná-lo a grupos.

Até então não era possível impedir que administradores de grupos adicionassem livremente outros usuários. Com a nova função, quem usa o aplicativo pode determinar se quer continuar com a atual configuração ou se quer incluir autorizações. São três as opções:

Todos:
Essa opção equivale ao modelo atual, que permite que qualquer administrador inclua novos membros no grupo sem que eles tenham solicitado;

Meus contatos: Essa opção requer que o administrador esteja na lista de contatos de quem será adicionado ao grupo;

Meus contatos, exceto: Essa opção permite a criação de uma lista de pessoas impedidas de adicionar membros sem o consentimento do usuário.

Para ativar, é preciso seguir os seguintes passos:
  1. Acesse as configurações do WhatsApp;
  2. Toque na opção "Conta";
  3. Clique na opção "Privacidade";
  4. Toque na opção "Grupos";
  5. Selecione a opção de privacidade em grupos conforme a sua vontade.
Na lista de contatos impedidos, é preciso incluir um a um.

Os contatos selecionados não ficam impedidos de enviar mensagens ou conversar com a pessoa: a restrição só impede que eles coloquem o usuário em grupos.

Nesses casos, o administrador que não puder adicionar um usuário a um grupo terá a opção de enviar um link de convite por mensagem. O usuário terá então 3 dias para aceitar ou não o convite antes que ele expire.



Veja o passo a passo de como limitar quem pode te adicionar em grupos. — Foto: Reprodução

Programa do governo federal de estímulo a emprego entrará em vigor em janeiro de 2020




Foto: Arquivo

O lançamento do pacote para estimular a geração de empregos no país foi adiado para a próxima semana. Havia expectativa de que as medidas fossem anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira, mas o Palácio do Planalto decidiu adiar com o objetivo de criar uma agenda positiva.

Chamado de “Trabalho Verde Amarelo” , o programa vai beneficiar contratos de trabalho com duração de dois anos, a serem assinados a partir de janeiro de 2020, sendo permitidas contratações ao fim de 2021. Ou seja, na prática, o programa poderá quatro anos.

Segundo técnicos envolvidos nas discussões, o programa será restrito a jovens (entre 18 anos e 29 anos) no primeiro emprego e pessoas acima de 55 anos da baixa renda (remuneração de até um salário mínimo e meio).

Para os empregadores a vantagem é a redução dos encargos trabalhistas, com a isenção da contribuição previdenciária e diversos penduricalhos da folha, como salário-educação. A contribuição para o FGTS de 8% será de 2% e multa nas demissões sem justa causa, cairá dos atuais 40% para 20%.

O programa poderá custar aos cofres públicos cerca de R$ 10 bilhões, considerando quatro anos. A expectativa é beneficiar um universo de mais de três milhões de trabalhadores. Poderão ser incluídos menores aprendizes, jovens que tenham sido contratados na modalidade de trabalho intermitente e avulso. Para pessoas mais velhas, a única restrição é não ser aposentado.

O programa será criado por medida provisória, mas será preciso dar um prazo para adaptação de sistema, segundo técnicos do governo.

O Globo

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Sentimento é de frustração, diz governo do Pernambuco sobre megaleilão




Os governadores de alguns dos estados mais beneficiados pelo megaleilão do pré-sal organizado pelo governo federal nesta quarta-feira (6) dizem se sentir frustados com o resultado e que aguardavam valores superiores, como havia sido projetado.

A falta de interessados em duas das áreas reduz os valores que o governo dividirá com estados e municípios. Dos cerca de R$ 70 bilhões, R$ 34,2 bilhões serão repassados à Petrobras como ressarcimento por mudanças no preço do petróleo após a assinatura do contrato de cessão onerosa.

Entre os estados que previam arrecadar mais de R$ 500 milhões com cessão onerosa estariam Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e os nordestinos Bahia, Maranhão, Pernambuco e Ceará.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), disse que o sentimento após o leilão do pré-sal é de frustração. Ele afirmou que a situação é preocupante porque existia uma confiança que não se concretizou.

“Frustrou as expectativas até porque eram quatro blocos e apenas dois conseguiram êxito e sem competição.”

Câmara comunicou que o estado vai ter que se reprogramar em relação à chegada dos recursos oriundos da cessão onerosa. “Evidentemente, a situação dificulta. Mas vamos continuar trabalhando. Esperamos que, mais na frente, os erros de condução deste processo sejam corrigidos”.

O secretário da Fazenda da Bahia, Manoel Vitório, afirmou que resultado do leilão gerou frustração com relação à expectativa original, que era de uma arrecadação maior.

“Este desfecho só reforça o entendimento que a Bahia sempre expressou, de que os estados precisam ser conservadores quanto às previsões de receitas anunciadas, mas incertas”, disse o secretário, da gestão Rui Costa (PT).

O governo do Maranhão, sob gestão de Flávio Dino (PC do B), afirmou que o estado aguardava os recursos da cessão onerosa para o orçamento. Porém, destacou que a ausência do dinheiro não comprometerá a cobertura das despesas obrigatórias do exercício financeiro de 2019.

No Rio, o governo Wilson Witzel (PSL) diz que as receitas não estavam previstas no orçamento, logo, não será necessário ajustar a execução orçamentária em função disso, e que não tinham despesas programadas com esse recurso. Diz, ainda, que a lei permite o uso somente para o pagamento de despesas previdenciárias e com investimentos, e que o estado cumprirá essa determinação.

Folhapress

sábado, 2 de novembro de 2019

Live Interativa com O Magrelo Barbudo ( programa gravado em 20-10-2019)...

Live Interativa com O Magrelo Barbudo ( programa gravado em 19-10-2019)

Inpe: Amazônia tem menor número de queimadas em outubro desde 1998



Ricardo Moraes/ReutersEm outubro, a Amazônia registrou o número mais baixo de queimadas para o mês desde o início da série histórica – o monitoramento começou em 1998. Ao todo, foram identificados 7.855 focos de incêndio na região, segundo dados do Programa Queimadas, do Inpe.



O índice representa uma redução de 26,2% comparado ao mesmo período do ano passado. Até então, o outubro com menor número de incêndios havia sido em 1998, com 8.777 registros.

No acumulado de 2019, no entanto, a quantidade de focos de incêndio na Amazônia ainda é superior a 2018. Foram 74.605 ocorrências notificadas entre janeiro e outubro, ou 29,4% a mais do que mesmo intervalo do ano anterior, quando houve 57.622 registros.

A queda ocorre dois meses depois de o número de focos de incêndio ter subido vertiginosamente, o que motivou pressões nacionais e internacionais ao governo Jair Bolsonaro. Em agosto, a Amazônia havia sofrido 30.901 queimadas – aumento de 196,5% em relação a 2018. Pesquisas mostram que essa alta de queimadas esteve relacionada com aumento do desmatamento nos meses anteriores na região.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal investigam uma ação coordenada que ocorreu na região de Novo Progresso, no Pará, que ficou conhecida como “Dia do Fogo”. A suspeita é de que fazendeiros locais e grileiros tenham atuado conjuntamente para incendiar uma área grande da floresta ao mesmo tempo e, assim, confundir a fiscalização do Ibama.

No fim de agosto, o governo Bolsonaro publicou decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na região. Na ocasião, militares foram enviados para combater queimadas e outros crimes ambientais.

Um mês após a GLO, em setembro, o índice de queimadas já havia registrado queda. O desmatamento, entretanto, continuou avançando.

Estadão Conteúdo