Veja Aeronave da FAB que vai resgatar brasileiros que deixaram Ucrânia levará 11,6 toneladas de mantimentos para ajuda humanitária



Foto: Bianca Viol / Força Aérea Brasileira

A aeronave disponibilizada pelo governo brasileiro para resgatar cidadãos que deixaram a Ucrânia após a invasão da Rússia partirá nesta segunda-feira, às 15h, de Brasília. O KC-390 da Força Aérea Brasileira (FAB) tem como destino a capital da Polônia, Varsóvia, ponto de chegada de grande parte dos refugiados.


Na viagem de ida, os militares brasileiros levarão 11,6 toneladas de mantimentos para ajuda humanitária. O volume representa alimentos, medicamentos, equipamentos de saúde e para energia, além de purificadores de água. Os donativos foram recolhidos sob coordenação da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), ligada ao Ministério das Relações Exteriores. A chegada da aeronave com os brasileiros resgatados está prevista para quinta-feira. O número de pessoas que irão embarcar ainda não foi informado.


Além de resgatar brasileiros, o governo publicou na semana passada uma portaria que concede visto humanitário a ucranianos que queiram vir para o Brasil por causa da guerra. O texto publicado no Diário Oficial da União autoriza permanência dos ucranianos e apátridas no Brasil por 180 dias. Depois desse período, os imigrantes terão direito a residência temporária de dois anos e reivindicar residência permanente.


O período para concessão de vistos ficará em vigor até 31 de agosto deste ano, mas o governo “não afasta a possibilidade de outras medidas que possam ser adotadas pelo Estado brasileiro para proteção dos nacionais ucranianos e apátridas residentes na Ucrânia”.


A portaria também exige que, para solicitação do visto temporário, o imigrante precisará apresentar: documento de viagem válido; formulário de solicitação de visto preenchido; comprovante de meio de transporte de entrada no território brasileiro; atestado de antecedentes criminais expedido pela Ucrânia ou, na impossibilidade de sua obtenção, declaração de ausência de antecedentes criminais em qualquer país.

Reposte do Blog do BG
Valor Econômico

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